Gostava de te dizer que sim.
Gostava de saber que estás sempre lá,
mesmo que não estejas
, nalgum lugar recôndito esperando por mim,
e que olhes por mim quando digo que tenho medo de ti.
Não quero que te afastes, não quero os teus horizontes .
quero te aqui, na minha frente, como se do nada viéssemos ou fôssemos.
Já me encontraste.
Onde estás tu, então?
Gostava de te dizer:
" Volta, a solidão mata-me todos os dias, a tua presença completa os espaços vazios. Volta "
Eu não sei falar a tua língua, não compreendo o que dizes.
O que é que vês em mim, nem sequer vimos do mesmo lugar.
As palavras já se enrolam na minha boca, ja não sei o que dizer, elas não me saem do corpo.
Já não saem de qualquer lugar, estão presas algures no tempo dos mortos que ninguém vê ou ouve,
É melhor assim ...
Um dia voltaremos a ser,
talvez
,o que éramos,
mas por agora somos terra,
e terra seremos,
por enquanto.
Gostava de saber que estás sempre lá,
mesmo que não estejas
, nalgum lugar recôndito esperando por mim,
e que olhes por mim quando digo que tenho medo de ti.
Não quero que te afastes, não quero os teus horizontes .
quero te aqui, na minha frente, como se do nada viéssemos ou fôssemos.
Já me encontraste.
Onde estás tu, então?
Gostava de te dizer:
" Volta, a solidão mata-me todos os dias, a tua presença completa os espaços vazios. Volta "
Eu não sei falar a tua língua, não compreendo o que dizes.
O que é que vês em mim, nem sequer vimos do mesmo lugar.
As palavras já se enrolam na minha boca, ja não sei o que dizer, elas não me saem do corpo.
Já não saem de qualquer lugar, estão presas algures no tempo dos mortos que ninguém vê ou ouve,
É melhor assim ...
Um dia voltaremos a ser,
talvez
,o que éramos,
mas por agora somos terra,
e terra seremos,
por enquanto.

Um comentário:
Obrigado.
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